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	<title>Sementes Adriana - Muito além da semente - Milheto - Soja &#187; Informações Técnicas</title>
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	<description>A Sementes Adriana trabalha com as melhores sementes de milheto e soja para que seus clientes tenham maior produtividade</description>
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		<title>Substituição do milho por milheto em dietas de suínos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 20:56:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narley</dc:creator>
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		<title>Atividade Residual de Herbicidas Pré-Emergentes</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 21:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações Técnicas]]></category>

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		<title>Atividade Residual de Herbicidas Aplicados em Pós-Emergência</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 21:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narley</dc:creator>
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		<title>Resistência de plantas a nematoides das Lesões Radiculares</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 19:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lidiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações Técnicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as espécies de nematóides das lesões (gênero Pratylenchus) que ocorrem no Brasil atualmente, o Pratylenchus brachyurus apresenta uma alta relevância para a cultura da soja. O principal sintoma na cultura da soja são lesões resultantes da destruição das células da raiz, durante a alimentação e movimentação do nematóide na casca da raiz. Inicialmente, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre as espécies de nematóides das lesões (gênero Pratylenchus) que ocorrem no Brasil atualmente, o <strong><em>Pratylenchus brachyurus </em></strong>apresenta uma alta relevância para a cultura da soja.</p>
<p>O principal sintoma na cultura da soja são lesões resultantes da destruição das células da raiz, durante a alimentação e movimentação do nematóide na casca da raiz. Inicialmente, as lesões são pequenas manchas de tonalidade escura na superfície da raiz que contrastam com os tecidos sadios, que são claros. No decorrer do ciclo da soja, a densidade do nematóide se eleva e as lesões ficam cada vez maiores, conforme figura abaixo.</p>
<div id="attachment_3762" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-medium wp-image-3762 " title="namtoide" src="http://www.sementesadriana.com.br/wp-content/uploads/2011/07/namtoide1-300x116.jpg" alt="" width="600" height="220" /><p class="wp-caption-text">Foto: Dárcio C. Borges</p></div>
<p>Os solos médio-arenosos são os mais favoráveis para a espécie <strong><em>P. brachyurus </em></strong>que, no entanto, ocorre em solos das mais diferentes texturas.</p>
<p>O Mato Grosso apresenta elevada distribuição nas plantações de soja, tendo ocorrido em 96% das amostras coletadas por Ribeiro (2008), como espécie predominante ou em associação com o nematóide de cisto e/ou das galhas.</p>
<p>Entre os possíveis agentes de dispersão que podem ter sido responsáveis pelo atual quadro, pode-se ser citado o capim-pangola (<strong><em>Digitaria erianta, sin. D. decumbens</em></strong>), conforme Lordello &amp; Melo Filho (1969), como importante veiculadora de <strong><em>P. brachyurus</em></strong>, pela razão de ser propagada por meio de estacas enraizada. Atualmente, os principais agentes provavelmente são máquinas e implementos agrícolas, que transportam nematóides na terra aderida aos implementos e máquinas.</p>
<p>Atualmente existe um grande esforço para a identificação ou seleção de cultivares de soja resistentes a P. brachyurus. É preciso lembrar que cultivares resistentes são aquelas que não permitem ou dificultam a multiplicação do nematóide em suas raízes. E seu uso pode contribuir para o declínio da densidade populacional dos nematóides do solo.</p>
<p>Entre as medidas que prejudicam o controle de P. brachyurus, o reinterado uso das consagradas sucessões soja-milho e soja-algodão propiciam condições extremamente favoráveis para a manutenção e elevação das densidades populacionais de P. brachyurus.</p>
<p>Além da soja, o P. brachyurus pode parasitar o milho, o milheto, o girassol, a cana-de-açúcar, o algodão, o amendoim, dentre várias outras culturas, alguns adubos verdes e a maioria das ervas daninhas.</p>
<p>Entretanto, existe variabilidade entre e dentro das culturas ou espécies utilizadas em cobertura ou adubação verde, com relação à capacidade de multiplicar o nematóide (Tabela 02)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>TABELA 2</strong>. Fatores de reprodução (FR) de P. brachyurus em algumas espécies vegetais. Médias de seis repetições. Embrapa Soja, março de 2007.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="595">
<tbody>
<tr>
<td width="223" valign="top">Espécies Vegetais</td>
<td width="120" valign="top">FR*</td>
<td width="180" valign="top">Espécies Vegetais</td>
<td width="72" valign="top">FR</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">aveia preta<em> </em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,9</td>
<td width="180" valign="bottom">guandu Fava Larga</td>
<td width="72" valign="bottom">0,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Crotalaria spectabilis</em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,0</td>
<td width="180" valign="bottom">guandu anão ‘IAPAR 43’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Crotalaria breviflora</em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,0</td>
<td width="180" valign="bottom">milho ‘BRS 2114’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Crotalaria mucronata</em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,0</td>
<td width="180" valign="bottom">milho ‘BRS 3123’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Crotalaria ochroleuca</em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,0</td>
<td width="180" valign="bottom">milho ‘P 30F80’</td>
<td width="72" valign="bottom">2,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Crotalaria junceae</em></td>
<td width="120" valign="bottom">1,3</td>
<td width="180" valign="bottom">girassol ‘Hélio 251’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Brachiaria decumbens</em></td>
<td width="120" valign="bottom">0,6</td>
<td width="180" valign="bottom">girassol ‘Hélio 358’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><em>Brachiaria brizantha</em></td>
<td width="120" valign="bottom">1,7</td>
<td width="180" valign="bottom">girassol ‘Embrapa 122’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><strong>milheto ‘ADR 7010</strong></td>
<td width="120" valign="bottom">0,2</td>
<td width="180" valign="bottom">girassol ‘IAC Uruguai’</td>
<td width="72" valign="bottom">1,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom"><strong>milheto ‘ADR 300’</strong></td>
<td width="120" valign="bottom">0,2</td>
<td width="180" valign="bottom">girassol ‘Catissol’</td>
<td width="72" valign="bottom">0,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">milheto ‘BN2’</td>
<td width="120" valign="bottom">0,0</td>
<td width="180" valign="bottom">labe-labe</td>
<td width="72" valign="bottom">2,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">milheto ‘ADR 500’</td>
<td width="120" valign="bottom">1,8</td>
<td width="180" valign="bottom">sorgo ‘IG 150’</td>
<td width="72" valign="bottom">2,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">mucuna cinza</td>
<td width="120" valign="bottom">2,6</td>
<td width="180" valign="bottom">quiabo ‘Santa   Cruz’</td>
<td width="72" valign="bottom">6,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">mucuna anã</td>
<td width="120" valign="bottom">3,3</td>
<td width="180" valign="bottom">soja ‘Peking’</td>
<td width="72" valign="bottom">1,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="bottom">mucuna preta</td>
<td width="120" valign="bottom">11,4</td>
<td width="180" valign="bottom">soja ‘Essex’</td>
<td width="72" valign="bottom">4,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>*FR= população final de nematóides recuperada em cada planta/população inicial (600 espécimes).</p>
<p>Dentre as culturas que sucedem a soja, destaca-se o milheto, por ter um rápido crescimento, boa formação de massa seca na safrinha e por ser uma planta que recicla nutrientes e descompacta o solo. Onde segundo Netto e Durães 2005, ocupou uma área de aproximadamente 4 milhões de hectares plantados safra 2003/2004 no centro oeste brasileiro.</p>
<p>Além dessas características algumas variedades e híbridos de milheto podem apresentar resistência ao <strong><em>P. brachyurus </em></strong>como já foi disposto na tabela acima. Mas sempre é bom ressaltar que existe muita diferença entre os materiais.</p>
<p>Em trabalho realizado por Dias (2010), onde se estudou a resistência de genótipos de milheto desenvolvidas pela empresa Sementes Adriana e Bonamigo Melhoramento de Planta, chegou-se a seguinte conclusão: os genótipos de milheto como o <strong>ADR 8010 </strong>e <strong>ADR 7020 </strong>possuem fator de reprodução para <strong><em>P. brachyurus </em></strong>0,1 e 0,4 respectivamente. Mostrando que esses genótipos de milheto são considerados redutores do <strong><em>P. brachyurus</em></strong>.</p>
<p>Atualmente existem outras variedades de milheto no mercado as quais não são consideradas redutoras tal como a variedade <strong>BRS 1501 </strong>com FR de <strong>2,10 </strong>(INOMOTO, 2006).</p>
<p>Em trabalho realizado pelo laboratório da APROSMAT, onde se testou a resistência ao <strong><em>P. brachyurus</em></strong> de várias culturas usadas em sucessão a soja, mostra a variação entre as espécies e também variações dentro de uma mesma espécie, como é o caso dos milhetos.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="395">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="395" valign="bottom"><strong>Avaliação da Resistência de Espécies   Vegetais a Pratylenchus brachyurus </strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Genótipos</td>
<td width="127" valign="bottom">Espécies</td>
<td width="123" valign="bottom"><strong>Fator de Reprodução</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Crotalária   spectabilis</td>
<td width="127" valign="bottom">Crotalaria</td>
<td width="123" valign="bottom">0</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom"><strong> ADR300</strong></td>
<td width="127" valign="bottom"><strong>Milheto</strong></td>
<td width="123" valign="bottom"><strong>0,5</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom"><strong>ANM17</strong></td>
<td width="127" valign="bottom"><strong>Milheto</strong></td>
<td width="123" valign="bottom"><strong>1,2</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Capim sudão</td>
<td width="127" valign="bottom">Capim sudão</td>
<td width="123" valign="bottom">1,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">BRS Mandarim</td>
<td width="127" valign="bottom">Cajanus cajan</td>
<td width="123" valign="bottom">1,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom"><strong>IPA BULK</strong></td>
<td width="127" valign="bottom"><strong>Milheto</strong></td>
<td width="123" valign="bottom"><strong>1,8</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Brachiaria   humidicola</td>
<td width="127" valign="bottom">brachiaria</td>
<td width="123" valign="bottom">1,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Brachiaria   brizantha</td>
<td width="127" valign="bottom">brachiaria</td>
<td width="123" valign="bottom">2,3</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Monarca</td>
<td width="127" valign="bottom">Arroz</td>
<td width="123" valign="bottom">2,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Brachiaria   decumbens</td>
<td width="127" valign="bottom">brachiaria</td>
<td width="123" valign="bottom">2,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">BRS 800</td>
<td width="127" valign="bottom">Sorgo</td>
<td width="123" valign="bottom">2,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">COBER CROP</td>
<td width="127" valign="bottom">Sorgo Forrageiro</td>
<td width="123" valign="bottom">2,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom"><strong>Milheto BRS 1501</strong></td>
<td width="127" valign="bottom"><strong>Milheto</strong></td>
<td width="123" valign="bottom"><strong>2,9</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Crambe</td>
<td width="127" valign="bottom">Crambe</td>
<td width="123" valign="bottom">3</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Pé de galinha</td>
<td width="127" valign="bottom">Capim</td>
<td width="123" valign="bottom">3,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Amendoim &#8211; test</td>
<td width="127" valign="bottom">amendoim</td>
<td width="123" valign="bottom">3,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">AG 1060</td>
<td width="127" valign="bottom">Sorgo</td>
<td width="123" valign="bottom">3,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Brachiaria   ruziziensis</td>
<td width="127" valign="bottom">brachiaria</td>
<td width="123" valign="bottom">3,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">BRS Primavera</td>
<td width="127" valign="bottom">Arroz</td>
<td width="123" valign="bottom">3,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">BRS Sertaneja</td>
<td width="127" valign="bottom">Arroz</td>
<td width="123" valign="bottom">4,8</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Quiabo</td>
<td width="127" valign="bottom">Quiabeiro</td>
<td width="123" valign="bottom">5,3</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Painço</td>
<td width="127" valign="bottom">Painço</td>
<td width="123" valign="bottom">6,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Massai</td>
<td width="127" valign="bottom">Panicum maximum</td>
<td width="123" valign="bottom">7,5</td>
</tr>
<tr>
<td width="145" valign="bottom">Mombaça</td>
<td width="127" valign="bottom">Panicum maximum</td>
<td width="123" valign="bottom">9,1</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É muito importante que o produtor rural tenha conhecimento de qual variedade que ele está cultivando em sucessão ou em rotação. Esse conhecimento é de suma importância para se manter a sustentabilidade e aumento de produtividade de suas áreas.</p>
<p><em>Pablo Rodrigues de Souza</em></p>
<p><em>Gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produto – Sementes Adriana</em></p>
<p><strong>Referencias Bibliográfica:</strong></p>
<p>Boletim de Pesquisa de Soja 2010, Fundação Mato Grosso – páginas 276 a 288.</p>
<p>DIAS, W.P.; RIBEIRO, N.R.; LOPES, I.O.N.; GARCIA, A.; CARNEIRO, G.E.S.; SILVA, J.F.V. Manejo de nematóides na cultura da soja. <strong>In:</strong> CONGRESSO BRASILEIRO DE NEMATOLOGIA, 27, Anais&#8230;, Univ. Federal de Goiás, Goiânia. p.26-30. 2007</p>
<p>Inomoto, M.M.; L.C.C. Motta; A.C.Z. Machado &amp; C.S.S. Sazaki. 2006. Reação de dez coberturas vegetais a <em>Pratylenchus </em>brachyurus. Revista Brasileira de Nematologia. Brasília, 2006, Vol. 30(2):151-157.</p>
<p>DIAS, W.P.; Relatório de Pesquisa – Avaliação da reação de genótipos de milhetos a <em>Meloidogyne incognita</em> raça 1, <em>Meloidogyne javanica</em> e <em>Pratylenchus brachyurus</em>. Embrapa – CNPSO – Londrina – 2010.</p>
<p>NETTO, D. A.; DURÃES F. O. M. 2005. Milheto – Tecnologias de Produção e Agronegócio. Embrapa. Brasilia.</p>
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		<title>Revisão Bibliográfica Nematoides</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 15:04:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[FATOR DE REPRODUÇÃO (FR) PARA Pratylenchus brachyurus
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		</item>
		<item>
		<title>FR &#8211; Spectabilis x Ochroleuca</title>
		<link>http://tinyurl.com/67a2c22</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 14:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os resultados obtidos mostram a diversidade de respostas observadas entre as diferentes
espécies vegetais testadas em relação à reprodução de P. brachyurus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Os resultados obtidos mostram a diversidade de respostas observadas entre as diferentes
espécies vegetais testadas em relação à reprodução de P. brachyurus [...]]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tolerância do cultivar de milheto ADR-300 ao herbicida atrazine</title>
		<link>http://www.sementesadriana.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Tolerancia-do-cultivar-de-milheto-ADR-300-ao-herbicida-atrazine.pdf</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 18:09:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este trabalho teve por objetivo avaliar a seletividade do herbicida atrazine para a cultura do milheto (Pennisetum glaucum).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Este trabalho teve por objetivo avaliar a seletividade do herbicida atrazine para a cultura do milheto (Pennisetum glaucum).]]></content:encoded>
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		<title>Seletividade do Atrazine à cultura do Milheto</title>
		<link>http://www.sementesadriana.com.br/wp-content/uploads/2011/03/SELETIVIDADE-DO-ATRAZINE-A-CULTURA-DO-MILHETO.pdf</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 18:05:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O milheto é uma espécie de destaque entre aquelas cultivadas em sucessão na região dos cerrados brasileiros. Embora o herbicida atrazine apresente potencial para ser utilizado nessa cultura, pouco tem sido feito para determinar a suscetibilidade dessa espécie em função do seu estádio de desenvolvimento no momento de aplicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[O milheto é uma espécie de destaque entre aquelas cultivadas em sucessão na região dos cerrados brasileiros. Embora o herbicida atrazine apresente potencial para ser utilizado nessa cultura, pouco tem sido feito para determinar a suscetibilidade dessa espécie em função do seu estádio de desenvolvimento no momento de aplicação.]]></content:encoded>
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		<title>Manual Técnico ADR500</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 18:15:26 +0000</pubDate>
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		<title>Manual Técnico Híbridos de Milheto ADR´S</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 18:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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