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	<title>Sementes Adriana - Muito além da semente - Milheto - Soja &#187; Notícias</title>
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	<description>A Sementes Adriana trabalha com as melhores sementes de milheto e soja para que seus clientes tenham maior produtividade</description>
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		<title>Importação em MT sobe 33%</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Importação de fertilizantes em Mato Grosso atingiu 3,002 milhões de toneladas em 2011, uma alta de 33% se comparada ao volume adquirido em 2010, quando 2,253 milhões de toneladas foram compradas. No país, a aquisição de produtos no exterior somou 19,842 milhões de toneladas, 19% a mais que o registrado no ano anterior. Alta na [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Importação de fertilizantes em Mato Grosso atingiu 3,002 milhões de toneladas em 2011, uma alta de 33% se comparada ao volume adquirido em 2010, quando 2,253 milhões de toneladas foram compradas. No país, a aquisição de produtos no exterior somou 19,842 milhões de toneladas, 19% a mais que o registrado no ano anterior.</p>
<p>Alta na demanda pelo insumo é consequência do aumento na área plantada, tanto com relação à soja, que ganhou espaço em locais de pastagem degradadas, quanto ao algodão, que nas duas últimas safras passou de 420 mil hectares cultivados para 750 mil hectares, extensão estimada para este ano.</p>
<p>Vice-presidente da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Ricardo Tomczyk, explica que algodão é uma cultura que exige muitas aplicações de fertilizantes e como os produtores compram por meio de cooperativas, grande parte do uso é de produtos importados. Quanto às demais culturas, Tomczyk explica que houve um aumento na área plantada na safra 2010/2011 e grande parte localizada em áreas de pastagem degradada, o que exige maior cuidado e mais aplicações de fertilizantes.</p>
<p>Associação Nacional da Difusão de Adubos (Anda) divulgou o consumo nacional de fertilizantes, que em 2011 foi de 28,326 milhões de toneladas, 15% a mais do que o registrado em 2010. Deste total, 70% foram trazidos de outros países. De acordo com o produtor Ricardo Tomczyk, o presença dos importados é grande não por questão de preço ou qualidade, mas porque por há poucas jazidas de insumos para fertilizantes no país, o que exige a compra em outras nações.</p>
<p><strong>Alta em vista – </strong>Devido ao crescimento dos focos de ferrugem asiática no Estado é provável que haja também aumento na procura por defensivos nesta reta final da soja. Ricardo Tomczyk explica que os produtores são forçados a aumentar o número de aplicações de adubos, o que implica na elevação dos custos e também na queda de produtividade das lavouras.</p>
<p>Estimativa é que entre 30% e 35% dos gastos totais da produção de soja sejam referentes à aquisição de fertilizantes. Em Mato Grosso, até esta quinta-feira (02), haviam sido identificados 67 focos de ferrugem asiática pelos laboratórios credenciados pelo Consórcio Antiferrugem da Aprosoja. No país são 154 focos.</p>
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</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> A Gazeta</div>
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		<title>Exportações de soja cresceram quase cinco vezes em relação a 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em janeiro, o Brasil exportou aproximadamente 1,01 milhão de toneladas de soja, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O faturamento foi de US$461,8 milhões. O volume diminuiu 31,2% na comparação com dezembro último, mas foi quase cinco vezes maior que o embarcado em janeiro de 2011, quando foram exportadas 208,09 mil [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Em janeiro, o Brasil exportou aproximadamente 1,01 milhão de toneladas de soja, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O faturamento foi de US$461,8 milhões.</p>
<p>O volume diminuiu 31,2% na comparação com dezembro último, mas foi quase cinco vezes maior que o embarcado em janeiro de 2011, quando foram exportadas 208,09 mil toneladas do grão.</p>
<p>Já a receita com as exportações teve queda de 33,7% em relação a dezembro, mas na comparação com o mesmo período de 2011 o faturamento cresceu 331,0%.</p>
<p>A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para este ano gira em torno de 32,40 milhões de toneladas de soja exportadas pelo Brasil. Este volume é próximo do embarcado em 2011.</p>
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</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Scot Consultoria</div>
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		<title>Adesão ao seguro rural é baixa entre os produtores de MT</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mato Grosso encerrou o ano de 2011 com 562 operações de seguro rural. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta quinta-feira (2) apontam que foram segurados 248,573 mil hectares no Estado, gerando o montante de R$ 199,589 milhões. O valor do prêmio (pago pelos produtores) somou R$ 9,126 milhões, com a [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Mato Grosso encerrou o ano de 2011 com 562 operações de seguro rural. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nesta quinta-feira (2) apontam que foram segurados 248,573 mil hectares no Estado, gerando o montante de R$ 199,589 milhões. O valor do prêmio (pago pelos produtores) somou R$ 9,126 milhões, com a subvenção de R$ 4,823 milhões, paga pelo governo federal. Em todo o país, o número de contratos saltou de 52 mil em 2010 para 57,8 mil no ano passado.</p>
<p>A área segurada em Mato Grosso é irrisória se comparada à do país, que contabilizou 10,4 milhões de hectares, e até mesmo à cultivada no Estado na safra passada, quando atingiu 9,638 milhões (ha). Na análise do diretor-executivo da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Seneri Paludo, o desempenho estadual é baixo porque na região não há riscos climáticos, diferentemente dos estados do Sul do país. Lá, a produção agrícola é prejudicada pelo excesso de chuvas e pela estiagem prolongada. “Por enquanto, o seguro rural oferecido pelo governo se refere apenas às catástrofes ambientais, que não são registradas em Mato Grosso”.</p>
<p>Paludo informa que está sendo discutida, mas no meio privado, a criação de uma modalidade de seguro que garanta renda ao produtor. “Seria uma forma de garantir a remuneração do produto diante de uma baixa nos preços das commodities, por exemplo”, cita ao comentar que não houve evolução na quantidade de contratos fechados nos últimos anos (oferecidos pelo governo federal).</p>
<p>Ainda conforme os dados do Mapa, o desembolso do governo (subvenção) no ano passado totalizou R$ 253,5 milhões contra R$ 198,3 milhões em 2010. O Paraná mantém a liderança na aquisição de seguro rural em 2011, com desembolso do governo de R$ 70,8 milhões; o Rio Grande do Sul ocupa a 2ª posição, com pagamentos de R$ 54,4 milhões; seguido por São Paulo, com subvenção total de R$ 39 milhões, e Santa Catarina, R$ 30,3 milhões. A área segurada foi de 2,5 milhões de hectares no Paraná, 1,1 milhão (ha) no Rio Grande do Sul e 224 mil (ha) em Santa Catarina. Na região Sudeste, que foi impactada pela chuva, a área segurada em São Paulo foi a maior, de 4,6 mil (ha).</p>
<p><strong>O programa </strong>– O PSR foi criado em 2003 pela Lei 10.823, com o objetivo de garantir o pagamento de parte do prêmio do seguro rural contratado pelo produtor. A subvenção na modalidade agrícola varia de 40% a 70% do valor do prêmio do seguro, limitada a R$ 96 mil por ano. Atualmente, 76 culturas anuais e permanentes estão incluídas no programa.</p>
<p>Para pecuária, florestas e aquicultura, o percentual de subvenção é de 30% do valor do prêmio, limitado a R$ 32 mil/ano. O seguro agrícola cobre principalmente perdas decorrentes de adversidades climáticas. Já a modalidade para pecuária cobre morte de animais destinados ao consumo, reprodução, cria, recria, engorda e trabalho por tração. Morte e outros riscos de animais aquáticos são cobertos pelo seguro aquícola.</p>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> A Gazeta</div>
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		<title>Abiove reduz em 3,6% a estimativa para a safra de soja</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:35:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A estiagem que prejudica lavouras de grãos do Sul do Brasil e de vizinhos como Argentina e Paraguai continua a motivar revisões para baixo nas estimativas sobre as colheitas da região. Hoje foi a vez da Associação Brasileira de Óleos Vegetais (Abiove) reduzir sua estimativa para a produção de soja do país nesta safra 2011/12 para [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">A estiagem que prejudica lavouras de grãos do Sul do Brasil e de vizinhos como Argentina e Paraguai continua a motivar revisões para baixo nas estimativas sobre as colheitas da região. Hoje foi a vez da Associação Brasileira de Óleos Vegetais (Abiove) reduzir sua estimativa para a produção de soja do país nesta safra 2011/12 para 71,9 milhões de toneladas, 2,7 milhões a menos que o projetado no fim de dezembro. Com o ajuste, o volume previsto passou a ser quase 3% menor que o do ciclo 2010/11.</p>
<p>A entidade também passou a estimar que, do total estimado, 36,2 milhões de toneladas serão processadas pelas indústrias e 33 milhões de toneladas do grão serão exportadas — eram 37,6 milhões e 34 milhões nas contas de dezembro, respectivamente, e nos dois casos os novos volumes são menores que os de 2010/11.</p>
<p>A correção para baixo na projeção para o processamento teve reflexo nas previsões para produção e exportação de farelo e óleo de soja e também sobre a receita das exportações do grão e desses derivados. A Abiove passou a prever</p>
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</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</div>
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		<title>China expandirá capacidade de moagem de soja em mais de 10%</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A China, maior importador e consumidor de soja do mundo, expandirá a capacidade de moagem do grão em mais de 10% neste ano, embora já tenha capacidade excedente. As esmagadoras devem adicionar mais de 12 milhões de toneladas de soja à capacidade anual de processamento em 2012, informou nesta quarta-feira o Centro Nacional de Informação [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;">A China, maior importador e consumidor de soja do mundo, expandirá a capacidade de moagem do grão em mais de 10% neste ano, embora já tenha capacidade excedente. As esmagadoras devem adicionar mais de 12 milhões de toneladas de soja à capacidade anual de processamento em 2012, informou nesta quarta-feira o Centro Nacional de Informação de Óleos e Grãos do país (CNGOIC, na sigla em inglês).</p>
<p>Anteriormente, o CNGOIC previa que a capacidade anual de moagem de soja da China alcançaria 125 milhões de toneladas até o final do ano, volume mais de duas vezes maior que a demanda de cerca de 60 milhões de toneladas.</p>
<p>No ano passado, o país acrescentou mais de 15 milhões de toneladas à capacidade de processamento de oleaginosas &#8211; maior aumento desde 2004, de acordo com o centro. A maioria das novas unidades de esmagamento destina-se à soja. A estatal COFCO e suas subsidiárias lideram a expansão. Em 2011, elas abriram novas instalações em Guangxi e Tianjin, com uma capacidade combinada de 8 mil toneladas por dia, o equivalente a cerca de 3 milhões de toneladas por ano.</p>
<p>Além disso, a COFCO concluiu três unidades capazes de processar tanto soja como colza nas províncias Hubai e Anhui, de acordo com o relatório do CNGOIC. As três instalações têm capacidade combinada de 3 mil toneladas por dia, ou cerca de 1,1 milhão de toneladas por ano, acrescentou o centro.</p>
<p>Já a China National Grain Reserves Corp. reforçou a presença no mercado ao iniciar as atividades em duas novas processadoras de soja em Guangdong e Jiangsu, capazes de esmagar 6 mil toneladas por dia, ou 2,2 milhões de toneladas por ano. A Yihai Kerry Investment Co., uma subsidiária da cingapuriana Wilmar International Ltd. na China, elevou a sua capacidade diária de moagem em 2 mil toneladas ao colocar mais uma esmagadora em operação, mostrou o relatório.</p>
<p>A Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento (NDRC, na sigla em inglês) revelou anteriormente que o governo chinês planeja limitar a capacidade de moagem de soja a 95 milhões de toneladas por ano até 2015, bem como desativará algumas processadoras com tecnologias ultrapassadas.</p>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> G1 MT</div>
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		<title>Com seca e ferrugem, MT amplia a colheita</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No plantio, a seca desidratou lavouras do Sul mato-grossense. Agora na colheita, chuvas diárias abrem caminho à proliferação da ferrugem asiática nos campos do Norte. Mesmo assim, Mato Gros­so espera bater o recorde de produção do ano passado nesta safra de soja. A produtividade pode não ser maior que os 3.190 quilos por hectare alcançados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="textonot">
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<p style="text-align: justify;">No plantio, a seca desidratou lavouras do Sul mato-grossense. Agora na colheita, chuvas diárias abrem caminho à proliferação da ferrugem asiática nos campos do Norte. Mesmo assim, Mato Gros­so espera bater o recorde de produção do ano passado nesta safra de soja.</p>
<p>A produtividade pode não ser maior que os 3.190 quilos por hectare alcançados em 2010/11, mas a colheita deve superar com folga os 20 milhões de toneladas retirados dos campos na época, devido à ampliação de 6% nas lavouras, que atingiram 6,7 milhões de hectares, e aos bons rendimentos.</p>
<p>A avaliação é da Expedição Safra Gazeta do Povo, que percorreu 4,5 mil quilômetros nos últimos dez dias para conferir de perto a realidade de cada região produtora de Mato Grosso, líder nacional na produção de soja. Num ano bom de renda, com a saca de soja batendo em R$ 40, as perdas serão pouco expressivas, conforme técnicos e produtores locais.</p>
<p>O investimento em tecnologia foi um dos mais fortes já registrados, o que permite inclusive avanço em produtividade em muitas fazendas.</p>
<p>As lavouras estão em franca expansão no Vale do Araguaia – em municípios do Nordeste – e principalmente no Norte – no entorno de Sorriso, a capital nacional da soja, que planta 600 mil hectares e chegou perto de seu limite. “A colheita está chegando com potencial muito bom”, avaliou o agrônomo Robson Mafioletti, analista técnico-econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) que acompanha a Expedição.</p>
<p>“Desde o ano passado, chove todo dia. Com queda na luminosidade e um pouco de ferrugem, vamos produzir menos”, disse Alcimar Gardin, que planta 2,4 mil hectares de soja a 35 quilômetros de Sorriso, em Vera. A produtividade deve cair de 4,02 mil quilos por hectare (67 sacas) para 3,7 mil kg/ha (63 sacas), estima, ainda no início da colheita. A doença eleva os gastos com insumos, que chegam perto de R$ 900 por hectare, em até 10%. “Em 15% da área, estou fazendo quatro aplicações de fungicida, duas a mais”.</p>
<p>No percurso pela região norte, a mais afetada pela ferrugem em Mato Grosso, a Expedição conferiu que há sinais da doença em praticamente todas as lavouras.</p>
<p>“O pessoal facilitou. Nos últimos dois anos, tudo parecia controlado. Nesta safra, muita gente deixou a ferrugem chegar e fez aplicação de fungicida curativa, e não preventiva”, relatou o agrônomo Marcello Cattapan, da C. Vale Agroindustrial. Das primeiras 145 ocorrências registradas pela Embrapa Soja nesta safra, 66 foram em Mato Grosso.</p>
<p>As chuvas e a ferrugem não são o principal problema de lavouras localizadas mais ao sul de Mato Grosso. Houve áreas que enfrentaram até quatro semanas de sol forte na época do plantio. Porém, as chuvas chegaram antes do Natal, três semanas mais cedo do que as regiões que enfrentaram seca no Paraná e Rio Grande do Sul.</p>
<p>Com todas as complicações climáticas, a estimativa ainda é de boa produtividade. Júlio Teis, que cultiva 500 hectares de soja em Rondonópolis, espera “mais de 55 sacas por hectare”. Na colheita passada, chegou a 61 sc/ha.</p>
<p>“Não é que tenha faltado chuva. O problema foi a distribuição”. Ele deve iniciar a colheita amanhã, mas tem soja que ainda terá de ficar um mês no campo.</p>
<p>Em janeiro, as precipitações passaram de 400 milímetros, o dobro do esperado. Agora, em fevereiro, tendem a continuar acima da média. Nas regiões com chuva em excesso, as lavouras estão levando uma semana a mais para ficarem prontas para a colheita, relatam os técnicos do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).</p>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Gazeta do Povo</div>
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		</item>
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		<title>Produtores do país contratam R$ 61 bilhões</title>
		<link>http://www.sementesadriana.com.br/2012/02/produtores-do-pais-contratam-r-61-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 14:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os agricultores brasileiros contrataram R$ 61,2 bilhões para financiamento de custeio, investimento e comercialização entre os meses de julho e dezembro de 2011. O montante corresponde a 50% do total de R$ 123,23 bilhões programados no Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2011/2012 para financiar o setor. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo secretário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="textonot">
<div>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores brasileiros contrataram R$ 61,2 bilhões para financiamento de custeio, investimento e comercialização entre os meses de julho e dezembro de 2011. O montante corresponde a 50% do total de R$ 123,23 bilhões programados no Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2011/2012 para financiar o setor. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Caio Rocha.</p>
<p>Comparativamente ao período de julho a dezembro de 2010 foram financiados quase R$ 60 bilhões. As aplicações nos programas destinados ao custeio e à comercialização, a juros controlados de 6,75% ao ano, atingiram R$ 42,77 bilhões. Outros destaques entre os financiamentos de investimento foram as contratações registradas por meio do Plano ABC, que utiliza boas práticas agrícolas. Foram R$ 274,9 milhões de julho a dezembro do ano passado, 78% a mais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>O Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK), que contabilizou R$ 3,3 bilhões para a aquisição de máquinas agrícolas e estruturas de armazenagem, a juros de 6,5% ao ano, também foi considerado expressivo. No período avaliado, também chamou atenção os financiamentos concedidos por meio do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) que totalizaram R$ 1,1 bilhão, entre julho e dezembro de 2011, ante os R$ 614,3 milhões do mesmo período de 2010, incremento de 80% no volume contratado.</p>
<p>Na avaliação do secretário, os números são positivos e indicam que a agricultura está energizada apesar dos problemas enfrentados pela estiagem no Sul e a chuva no Sudeste. Para Rocha, o produtor está atento ao mercado, tendo acesso adequado aos recursos, o que vai se refletir na aplicação de tecnologia para a formação e manejo da lavoura.</p>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Mapa</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Código Florestal: Líder do governo diz que votação é prioridade na Câmara</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As prioridades de votações do governo no começo do semestre legislativo, que começa na próxima quinta, dia 2, são as votações dos projetos de lei que tratam do novo Código Florestal, da Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais (Funpresp) e da Lei Geral da Copa. Só que antes de iniciar as votações, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">As prioridades de votações do governo no começo do semestre legislativo, que começa na próxima quinta, dia 2, são as votações dos projetos de lei que tratam do novo Código Florestal, da Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais (Funpresp) e da Lei Geral da Copa. Só que antes de iniciar as votações, a Câmara terá que votar cinco medidas provisórias que estão trancando a pauta da Casa.</p>
<p>O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse nesta terça, dia 31, que o governo quer aprovar no mês de março o Código Florestal. O projeto foi aprovado pela Câmara, mas na votação no Senado sofreu alterações e agora depende de uma nova apreciação dos deputados.</p>
<p>Em relação ao Projeto da Lei da Copa, Vaccarezza declarou que ele ainda depende de negociações para ser aprovado pela comissão especial a fim de ser encaminhado ao plenário da Câmara. Quanto ao projeto que trata da distribuição dos royalties do petróleo, Vaccarezza disse que só será possível votá-lo se for feito um grande acordo entre os partidos. O líder governista também defendeu uma ampla discussão sobre a legislação de trânsito e da necessidade de aumentar multas para quem for flagrado dirigindo embriagado. Vaccarezza informou ainda que a intenção dos aliados do governo é votar antes do Carnaval o projeto que cria a Funpresp.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><a name="comentarios"></a></p>
<div style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</div>
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		<title>Disparada dos preços do milho e da soja provoca aumento da inflação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A disparada dos preços da soja e do milho no atacado foi responsável por mais da metade da inflação de 0,25% medida pelo Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M) de janeiro. Influenciado pela seca no Sul, que afetou a produção, o preço da soja subiu 3,37%, após deflação de 3,53% em dezembro. No caso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="textonot">
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<p style="text-align: justify;">A disparada dos preços da soja e do milho no atacado foi responsável por mais da metade da inflação de 0,25% medida pelo Índice Geral de Preços &#8211; Mercado (IGP-M) de janeiro. Influenciado pela seca no Sul, que afetou a produção, o preço da soja subiu 3,37%, após deflação de 3,53% em dezembro. No caso do milho, a cotação aumentou 5,21% este mês e tinha caído 7,04% no mês passado. Juntos, os produtos responderam por 0,15 ponto porcentual do resultado do IGP-M.</p>
<p>A virada no IGP-M veio dos preços agrícolas (soja e milho), afirma o coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Em dezembro, o IGP-M tinha registrado deflação de 0,12%. Ele frisa que a mudança de resultado, de deflação para inflação, se deve à perda da safra e não tem conexão com o ritmo de atividade. Tanto é que Quadros acredita que provavelmente esse efeito se esgotará neste mês e a trajetória de desaceleração da inflação acumulada em 12 meses não será interrompida.</p>
<p>Até janeiro, o IGP-M acumulou elevação de 4,53% em 12 meses. Desde fevereiro do ano passado, a inflação em 12 meses vem perdendo fôlego mês a mês. E, para fevereiro, o economista acha que não será diferente. ?O resultado de 0,25%, um pouco mais ou um pouco menos, é uma referência para o IGP-M de fevereiro?, diz o coordenador, descartando a possibilidade de deflação e de repetir o resultado de fevereiro do ano passado, quando o indicador teve alta de 1%.</p>
<p>Quadros espera que o IGP-M de fevereiro tenha um comportamento inverso em relação ao deste mês. Em janeiro, a pressão de preços veio dos produtos agropecuários no atacado (1,1%), enquanto os industriais, influenciados pelo minério de ferro (-5,44%), tiveram deflação de 0,49%. Para fevereiro, o cenário é que os preços dos produtos industriais no atacado abandonem o terreno da deflação e os preços agropecuários deixem de pressionar o indicador para cima. ?Será o fim da deflação dos industriais e o fim da pressão dos agrícolas.?</p>
</div>
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<div style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> Agencia Estado</div>
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		<title>Janeiro de altas de preços das commodities agrícolas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karoline</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após recuarem em dezembro ao menor patamar de 2011, as cotações internacionais das principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior recuperaram-se em janeiro. Os patamares permanecem em geral elevados, mas a maior parte das previsões converge para alguma perda de sustentação nos próximos meses, ainda em decorrência das turbulências financeiras em países desenvolvidos e [...]]]></description>
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<div style="text-align: justify;">
<p>Após recuarem em dezembro ao menor patamar de 2011, as cotações internacionais das principais commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior recuperaram-se em janeiro. Os patamares permanecem em geral elevados, mas a maior parte das previsões converge para alguma perda de sustentação nos próximos meses, ainda em decorrência das turbulências financeiras em países desenvolvidos e seus eventuais reflexos sobre a demanda por alimentos, inclusive em mercados emergentes.</p>
<p>Cálculos do Valor Data baseados nas médias mensais dos contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez) de produtos negociados nas bolsas de Chicago (soja, milho e trigo) e Nova York (açúcar, café, cacau, suco de laranja e algodão) mostram que todos eles encerraram o mês passado em níveis superiores aos de dezembro. Mas apenas o suco fechou janeiro com preço médio maior que o do mesmo mês do ano passado, dada a tendência dominante de queda que marcou o quarto trimestre de 2011, sob forte influência da redução dos investimentos especulativos nesses mercados. Em 2011, pela primeira vez que foi criado, em 2000, o índice da corretora americana Newedge que mede a rentabilidade de fundos de hedge em commodities registrou queda (1,7%), destacou o &#8220;Financial Times&#8221;.</p>
<p>Commodities agrícolas mais negociadas, os grãos, como os demais produtos que fazem parte do levantamento, também encontraram na fraqueza do dólar diante de outras moedas um importante fator de suporte para as cotações em Chicago em janeiro. Mas veio dos fundamentos de oferta e demanda o principal impulso altista. Se o consumo segue a resistir às incertezas e a mostrar sinais de firmeza, em países desenvolvidos e em emergentes como a China, a oferta global sofre com a seca provocada pelo fenômeno La Niña na América do Sul, principalmente em Argentina, Brasil e Paraguai.</p>
<p>A estiagem tem provocado correções para baixo em diferentes previsões para a produção de soja e milho da região nesta safra 2011/12, cuja colheita já começou, e esses ajustes normalmente têm sido seguidos de altas em Chicago. Segundo o Valor Data, a segunda posição da soja fechou janeiro com cotação média 4,93% maior que a de dezembro, enquanto no milho o salto foi de 4,44%. Mesmo fora do alcance do La Niña, o trigo, que pode ser usado como alternativa ao milho em alguns casos, subiu 4,28%. Em relação às médias observadas em janeiro de 2011, os três aparecem com variações negativas (ver gráficos acima).</p>
<p>Entre os fundamentos, o fator La Niña na América do Sul continuará a atrair a maior parte das atenção em fevereiro, em um período de &#8220;weather market&#8221; (mercado de clima) que, dado o crescente peso da região nesses mercados, começa a ser comparável ao que costuma guiar as cotações entre o fim do segundo e o início do terceiro trimestre de cada ano, quando são as lavouras do Hemisfério Norte que estão em desenvolvimento. Durante o &#8220;weather market&#8221;, brincam os analistas, comercializa-se chuva ou a falta dela, por seus efeitos sobre as plantações.</p>
<p>Em Nova York, onde são negociadas as &#8220;soft commodities&#8221;, o grande destaque foi a disparada do suco de laranja, que alcançou máximas históricas e encerrou janeiro com a maior valorização de seu preço médio mensal entre as oito commodities agrícolas pesquisadas (12,93%). Com isso, o produto também foi o único a fechar o mês passado com cotação média superior à de janeiro de 2011 (9,4%).</p>
<p>No início de janeiro, os preços foram alavancados pelas geadas que ameaçaram pomares na Flórida, que reúne o segundo maior parque citrícola do mundo, atrás de São Paulo. Mais recentemente, pelas travas impostas pelos EUA a cargas importadas de suco em razão da presença de um fungicida permitido em países como o Brasil, mas vetado no mercado americano. São dois fatores, contudo, que tendem a perder força.</p>
<p>Outro produto que subiu consideravelmente foi o algodão (8,33%), que após as máximas do primeiro trimestre de 2011 entrou em queda livre com o aumento da oferta global e da concorrência de alternativas sintéticas e ainda encerrou o mês passado com a maior variação negativa do grupo em relação a janeiro de 2011 (34,11%). Mais barato, voltou a atrair os compradores.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</p>
</div>
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